terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Novas da PACC

Novas da PACC

"Uma decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto (TAF), conhecida ontem, que suspende a prova de avaliação de professores, não derrota definitivamente o Ministério da Educação e Ciência (MEC) mas torna praticamente impossível a Nuno Crato ver concretizada esta ambição antes do final do ano letivo, em julho."
 
Continue a ler aqui

 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

domingo, 29 de dezembro de 2013

Auto-Retrato com Votos de Excelente 2014


Auto-Retrato em Montra Francesa
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
 
Auto-Retrato com Votos de Excelente 2014

Apesar deles! São os meus votos para todos quantos por aqui passarem!

A Palavra a Paulo Morais

A Palavra a Paulo Morais

Ética, precisa-se! Vergonha na cara também!




Ermo - Correspondência

Ermo - Correspondência

Os Ermo, nascidos aqui na vizinha cidade de Braga, estão a realizar a sua primeira tour europeia.
O projecto é recente, a sonoridade marcante, as letras deixam-nos a pensar sobre a nossa portugalidade... sobre a nossa fatalidade... "Nós somos aquilo que somos", é certo!...mas poderemos alterar este nosso destino? Poderemos agarrar o touro da vida portuguesa pelos cornos e alterar tudo o que tem de ser alterado?

Desejo-lhes as maiores felicidades e partilho com os meus leitores o calendário dos concertos desta nova banda que tem todo o futuro do mundo pela frente.

Parabéns pela perseverança, Ermo! E pela sonoridade inconfundível!

27 de dezembro: Madrid, Espanha
28 de dezembro: Tarbes, França
29 de dezembro: Nantes, França
30 de dezembro: Lille, França
31 de dezembro: Londres, UK
1 de janeiro: Londres, UK
2 de janeiro: Southampton, UK
3 de janeiro: Brighton, UK
4 de janeiro: Paris, França
5 de janeiro: Perpignan, França

www.facebook.com/ermo.braga


sábado, 28 de dezembro de 2013

Acordão Da Relação Sobre a Contenda do Cano das Freiras de Amarante


Gravura - Vila de Amarante
 
Acordão da Relação Sobre a Contenda do
Cano das Freiras de Amarante

Para ler... com um sorriso de orelha a orelha... eheheh...
Acordão da Relação, vistos os autos, etc., etc.
As authoras D. Abbadessa, Discretas e mais religiosas do Convento de Santa Clara de Amarante, mostram ter um cano próprio por onde despejam as suas immundícies e enxurradas, o qual atravessa de meio a meio a Fazenda dos Frades Domínicos da mesma villa.

Provaram ellas, authoras, a posse em que estão de o limparem quando precisarem. Os réus, o Prior e mais religiosos do Convento de S.Gonçalo, assim o confessam, e se defendem, dizendo, que lhes parece muito mal que lhes bulam e mexam na Fazenda sem ser à sua satisfação; que conhecendo a necessidade da limpeza do cano das Madres, tinham feito unir o seu cano ao d'ellas para mais facilmente se providenciarem as couzas, por cujo modo vinham a receber proveito. Portanto, e o mais dos autos, vendo-se claramente que aquella posse só poderá nascer do abuso; Vendo-se mais a bôa vontade com que os réus se prestam e obrigam a limpar o cano das Madres, authoras, e que outro sim, da união resulta conhecido benefício, conclue-se visivelmente que há duvidas e questões de parte da Madres, que podem nascer do capricho sublime, de um temperamento ardente, que preciza mitigar-se para bem de ambas as partes.

Pelo que, mandam, que o cano das authoras seja conservado sempre corrente e desembaraçado, unido ou não unido ao cano dos réus, segundo o gosto d'estes, e inteiramente à sua disposição, sem que as freiras, authoras, possam intrometer-se no dia, na hora, nem nos modos ou maneiras da limpeza, a qual já fica entregue à vontade dos réus, que a hão de fazer com muita prudencia e bem, por terem bons instrumentos, seus proprios, o que é bem conhecido das authoras que o não negaram nem contestaram. E quando aconteça, – o que não é presumível, – que os réus, de proposito ou por omissão, deixem entupir o cano das authoras,em tal caso lhes deixem o direito salvo contra os réus, podendo desde logo governar na limpeza do dito cano, mesmo por meios indirectos, usando de suspiros, e ainda usando do cano dos réus, procedendo primeiro a uma vistoria feita pelo juiz de fóra e com assistencia de peritos louvados sobre os canos das authoras e réus.

Pague-se as custas do processo, etc.

Porto, 11 de Novembro de 1793
Nota - Com os meus agradecimentos ao Miguel Moreira.

Saudades do Verão

Verão - Algures no Campo - França
Fotografia de Artur Matias de Magalhães
 
Saudades do Verão

Tenho!

Motivação Docente

Motivação Docente

Acredito que a motivação docente, fruto das políticas de hostilização visando o corpo docente implementadas por MLR e NC, esteja pelas ruas da amargura.
Hoje amplio este pedido de colaboração feito por João Viseu. No final veremos se o resultado deste inquérito será, ou não, o que eu prevejo que seja.

A motivação docente é uma problemática relevante no sistema educativo português, porque afeta, não só os professores, como também o funcionamento das escolas, uma vez que os docentes são atores fundamentais em todo o processo educativo.
Apesar da sua importância, a motivação docente tem perdido relevância, em termos de investigação, ao longo dos últimos anos. Porém, é cada vez mais importante conhecer os índices motivacionais dos professores, uma vez que eles contribuem, de forma incalculável, para a formação de várias gerações de cidadãos ativos.
Com o objetivo de analisar este aspeto numa ótica organizacional, considerando que a escola é, em si própria, uma organização, estamos a desenvolver, na Universidade do Algarve - Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, uma investigação com o título: A motivação profissional dos docentes do Ensino Básico e Secundário: a influência de variáveis organizacionais, individuais e pertencentes à interface sujeito-organização.
As questões inseridas no questionário referem-se às percepções que possui relativamente a um conjunto de variáveis que afetam a sua motivação profissional. As respostas facultadas são totalmente confidenciais, sendo toda a informação utilizada apenas para os efeitos desta investigação.
Não existem respostas certas ou erradas. Por favor, leia cuidadosamente cada questão e faculte a sua opinião honesta. Procure responder a todas as questões. O preenchimento do questionário demora cerca de 15 minutos.
O link para resposta ao protocolo de investigação encontra-se abaixo:
No final da investigação serão dados a conhecer os seus principais resultados, de forma a que todos possamos conhecer os níveis motivacionais dos docentes do Ensino Básico e Secundário portugueses.
A sua participação é bastante importante!
Muito obrigado!
O investigador responsável - João Viseu
____________________
Cumprimentos,
João Viseu

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Varanda para o Tejo

Tejo à Vista - Assembleia da República
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
 
Varanda para o Tejo

A Casa do Povo apresenta-se de vistas largas e generosas sobre um Tejo que se espraia, abraçando a cidade de Lisboa de luz única e sem igual. Pena que quem a habita não se queira/não se deixe inspirar por esta vista de cortar a respiração.
A Assembleia da República é linda... quando o silêncio impera e as vistas se apresentam assim, feitas de múltiplas tonalidades de verdes, azuis, rosas e brancos.

Reclamação Tipo - Para Máxima Divulgação

Reclamação Tipo - Para Máxima Divulgação

Nome: XXXX
Identificação: XXXXXX
Número de Candidato: XXXXX
Morada: XXXX

Exmo. Senhor Provedor de Justiça

Assunto: Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades.

Sobre o assunto em epígrafe, vem o exponente expor e solicitar a Vossa Excelência o seguinte:

1 - No pretérito dia 18 do corrente mês, aquando da realização da prova supra identificada ocorreram um conjunto de irregularidades que passo a enunciar:

a) Não foi efectuada a verificação da identidade dos candidatos;
b) Não foram retidos quaisquer equipamentos de natureza electrónica;
c) Ocorreu a produção de constantes ruídos provocados pelos equipamentos electrónicos e pelas sucessivas saídas e entradas da professora vigilante;
d) Não ocorreu a verificação da assinatura dos candidatos; e) A prova iniciou-se e findou em diferentes momentos temporais.

2 - Estas irregularidades foram impeditivas e obstaram à existência de condições para a realização da prova, designadamente no que concerne aos meios e concentração.

3 - A realização da prova nestas condições obsta a que a mesma seja justa e corresponda aos efectivos conhecimentos do exponente.

4 - O exponente considera-se prejudicado na medida em que teve de realizar a prova em condições adversas e porquanto o resultado da mesma não evidencia os conhecimentos que detém.

Em face do exposto, solicita a anulação da prova com base nos factos enunciados.

Sem mais, apresenta os melhores cumprimentos e pede deferimento quanto à sua pretensão. "

Nota - Reclamação tipo postada no FaceProf e que pode ser ajustada conforme as necessidades.
Thanks, Carlos Gomes!

A luta continua.
 

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Emergir

Árvore de Natal - Mercearia do Covelo - Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
 
Emergir

Depois de uns valentes banhos familiares usufruídos até ao tutano, só me resta emergir.
Lentamente, está bom de ver! E ainda influenciada pelo espírito de Natal!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Comércio Tradicional Com Reflexos- Amarante

Montra de Natal - Confeitaria Tinoca - Amarante
Montra de Natal - Confeitaria da Ponte - Amarante
Montra de Natal - É Doce - Amarante
Montra de Natal - Padaria Nova Lusa - Amarante
Montra de Natal - Largo - Amarante
Montra de Natal - Filho da Rosa - Amarante
Interior da Mercearia do Covelo - Amarante
Montra de Natal - Mercearia do Covelo - Amarante
Montra de Natal - Padaria e Pastelaria Pardal - Amarante
Montra de Natal - Aquacool - Amarante
Montra de Natal - Atelier dos Miminhos - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães
 
Comércio Tradicional  Com Reflexos - Amarante

A crise está a provocar uma verdadeira revolução no comércio tradicional amarantino que se renova a cada dia que passa. Hoje, digo-o com orgulho, temos uma enorme variedade de excelentes produtos expostos com gosto em lojas, muitas vezes pequeninas mas aconchegadas, onde apetece estar.
Aproveitei  a quadra natalícia para dar uma volta ao acaso pelo comércio tradicional amarantino,  e eu, que gosto dele, eu própria já fui a feliz dona de uma loja pioneira em Amarante, chamada Duplo M, de boa memória!, só posso desejar a todos a maior das sortes e desejar-vos muito, mas muito trabalho! Na verdade, confesso, ainda sou a feliz dona por interposta pessoa de um espaço prestador de serviços vários, aqui mesmo em Amarante, chamado Aquacool-Hair and Body, passo a publicidade!

Hoje partilho uma pequena amostra do comércio de rua amarantino... e que me desculpem os muitos que não estão aqui.
Venham visitar-nos!

Feliz Natal

Amigos e Comércio Tradicional - Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães
 
Feliz Natal

Com amigos dentro do comércio tradicional...

Amarante - Presépio Vivo

Amarante - Presépio Vivo - S. Gonçalo
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães
 
Amarante - Presépio Vivo

Por estes dias não falta animação de rua em Amarante, tanto durante o dia, como durante a noite. Temos a Nossa Senhora e o S. José a passearem-se de burro rua acima rua abaixo, legionários muito engraçados vindo directamente de Roma com ordens precisas relativamente aos filhos varões... eheheh... ainda bem que o meu neto já tem quatro anos!, artesãos variados em tendinhas que hoje estavam cheias de gente que aproveitava o excelente dia seco e sem frio cumprido a pedido dos comerciantes que, por estes dias, animam a cidade.
A miudagem estava delirante e passeava de burro e de burriquito... por certo a caminho de Belém...

Por estas e por outras, aconselho a visita ao centro histórico de Amarante a todos os meus leitores.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Feliz Natal

Árvore de Natal no Arquinho - Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
 
Feliz Natal

São os meus desejos sinceros para todos quantos por aqui passarem!

O País Está Muito Mal - Lucas Viegas

O País Está Muito Mal - Lucas Viegas


João Duro e o Bar dos Pauzinhos

Exposição de Fotografia de João Duro no Bar dos Pauzinhos
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães
 
João Duro e o Bar dos Pauzinhos

E o que é que o João Duro tem a ver com o Bar dos Pauzinhos? - perguntarão, por certo, os meus leitores que conhecem o artista e que conhecem o bar, aqui mesmo em Amarante.
Pois neste momento têm tudo a ver. É que o João Duro, expert informático para além de excepcional funcionário, tem patente uma exposição de fotografias, quase todas a preto e branco, subordinadas à temática "Amarante", inesgotável que é em cantos, recantos e encantos tamanhos que nem sei.
Na sexta-feira, antes do jantar de Natal da EB 2, 3 de Amarante, passámos por este agradabilíssimo bar, com localização privilegiada sobre o casario e a Praça do Arquinho. Se o bar merece a visita, e merece, certo é que ainda mais a merece porque recheado com a Arte do João Duro, somente um funcionário da escolinha que enriquece a vida dos que com ele partilham os dias.
Obrigada pela partilha, João Duro!

Nota - A exposição estará patente até ao final do mês. Visitem-na!As fotografias do João Duro esperam-vos...

sábado, 21 de dezembro de 2013

Protesto

Alguém conhece a autoria desta pérola?
 
Protesto

Subscrevo!

Nota - Com os meus agradecimentos à Sofia Freitas.

Jantar de Natal - EB 2/3 de Amarante

Auto-Retrato em Noite de Jantar de Natal
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
 
Jantar de Natal - EB 2/3 de Amarante

Asseguro-vos que correu bem!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Crato, O Desclassificado Incendiário

 
Crato, O Desclassificado Incendiário

Nem mais! Subscrevo tudo.

Editorial: É o ministro quem sai desclassificado

Só três das licenciaturas de que Crato desconfia foram chumbadas pela agência de acreditação

De notar que as três chumbadas eram ministradas em instituições privadas. Só para que se saiba.
E sim, Crato dirige, agora, o ataque também à Escola Pública Superior.
Crato é um incendiário. Para além de tudo o resto.

Nota - Com os meus agradecimentos ao Luís Costa pela partilha da estampa.

O Exemplo dos Professores - Missiva para Poiares Maduro/Verde

 
O Exemplo dos Professores - Missiva para Poiares Maduro/Verde

Hoje vou escrever unicamente enquanto mãe e avó para afirmar, aqui e agora, que subscrevo inteiramente a frase do ministro Poiares Maduro que, embora me pareça muito verde, nesta frase, está cobertinho de razão.
Professor que aceita tudo sem pestanejar, que engole em seco, que não se pronuncia, que não se revolta, que não actua, que não protesta, que se comporta como uma ovelhinha disposta a ser sacrificada, que não tenta alterar o rumo do presente que vê errado, que nada faz, que se comporta como uma minhoca contorcendo-se abaixo do nível da sarjeta, qual político!, não serve para Professor da minha Filha, não servirá para professor do meu Neto.
Os Professores não têm o direito de dar maus exemplos aos seus alunos, sob pena de perpetuarmos uma sociedade cada vez mais doente e moribunda, nas mãos dos poderes ocultos?! da banca e da alta finança mafiosa.
É claro que cada um tem os seus modelos, não é senhor ministro?
Um dos meus é Nelson Mandela.
Tenho dito!

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

7ª Nega... e Insiste! Insiste! Insiste!

7ª Nega... e Insiste! Insiste! Insiste!

Este governo ficará para a história como o campeão da inconstitucionalidade.

Passos leva a sétima nega do Constitucional

Com Dedicatória a Crato, a PPC...

Com Dedicatória a Crato, a PPC...

... e a todos os outros que se divertem a escafeder Portugal!



Nota - Thanks, João Carvalho!

Com Todo o Respeito...

 
 Com Todo o Respeito...

... mas não é o senhor que tutela também as escolas superiores de educação?

É que o senhor fala como Pilatos parecendo não ter qualquer responsabilidade no assunto. Só que tem! A responsabilidade é inteiramente sua. E não nos tente enrolar. É que não nos enrolará!
A luta continua. Em Janeiro há mais!

Crato desconfia dos licenciados nas escolas superiores de educação

Críticas de Crato revelam "total desconhecimento do sistema", diz presidente dos Politécnicos

Ministério nega ter criticado politécnicos

Pode ouvir aqui de viva voz a reação do Presidente dos Politécnicos.

Com todo o respeito senhor ministro, o senhor é já uma caricatura.

A Palavra a Constança Cunha e Sá

A Palavra a Constança Cunha e Sá

É uma aberração, é!


A Luta Continua

A Luta Continua

A palavra a dois companheiros de luta!
Boa malha, Companheiros!


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

A Luta Continua

A Luta Continua

O caminho deverá ser exactamente este: exigir que as universidades tomem posição sobre os diplomas que emitiu a estes antigos alunos e, caso esta pantominice se prolongue, exigir a devolução das propinas pagas por estes antigos estudantes enganados pelas instituições.
Penso que também não será descabido meter o MEC em tribunal. É que ele é quem tutela esta salada toda!

Gostei de te ver aqui, João Martins!

"Se o diploma não servir para acedermos ao mercado de trabalho, como julgámos, vamos exigir a devolução das propinas"

Pois nem mais, João Martins!

A Palavra à Demagogia

A Palavra à Demagogia

Jamais esquecerei: a melhoria dos resultados do PISA deve-se a ele, Crato! e a outros críticos!... juro que ele disse isto sem se rir... ahahah... eheheh... hihihi... ohohoh... uhuhuh... olha olha, passou agorinha mesmo uma vaca a voar aqui junto da minha janela!!!!!
Acreditais?



A entrevista toda está aqui.

A Nova Escola Pública

Fotografia surripiada aqui.
 
A Nova Escola Pública

Este é o admirável mundo novo by Crato.

A polícia de choque vai à escola.

Não eras tu, Crato, que querias implodir o Ministério da Educação? Por este andar és bem capaz de implodir tudo!

A (A)normalidade de Uma Prova Indigna com Recado aos Professores Vigilantes

A (A)normalidade de Uma Prova Indigna com Recado aos Professores Vigilantes

Não imbuída de qualquer desejo de vingança, apenas de justiça, espero que o MEC seleccione agora os professores vigilantes, que hoje se prestaram ao papel que eu não vou classificar, para serem os próximos a prestar uma prova semelhante à que hoje vigiaram e que seja eliminatória para o exercício da profissão.
Acho até que estes professores deveriam exigir este procedimento por parte da tutela. Apenas porque, por certo, o que eles consideram justo para os outros... por certo considerarão justo para si próprios também.
Vá! Façam uma manif à porta do MEC, na 5 de Outubro!! Exijam: "Queremos fazer a Prova! Queremos fazer a Prova! Queremos fazer a prova!"

E berrem bem alto para o país inteiro vos ouvir!









Nota - Infelizmente, os acontecimentos ocorridos durante o dia de hoje, chancelados por esta gentalha que habita o MEC, deixarão sequelas entre nós. E eles serão substituídos, os mecos... quanto a nós permaneceremos e teremos de apanhar os cacos partidos hoje. E teremos de os colar da melhor maneira possível. Não sei como...

Crato Já Ficou na História da Educação em Portugal

Fina Estampa Suripiada Aqui!
 
Crato Já Ficou na História da Educação em Portugal

Lamentavelmente, pelas piores razões.
Crato esqueceu-se que já não se pode tirar mais a quem já nada tem. Ao tentar implementar esta indignidade, incendiou a Escola Pública, criou-lhe um sobressalto inédito que a ele ficará colado para sempre.
Vergonha, senhor ministro! Nem durante os tempos negros de ditadura os professores foram assim tratados!

E sim, está tudo a decorrer normalmente como aliás está à vista de todos os portugueses!

Vergonha de MEC

Vergonha de MEC



Incidentes à entrada para a prova dos professores em Coimbra

Todos Contra a PACC

Todos Contra a PACC

Se o Senhor Ministro da Educação tivesse vergonha a esta hora já tinha apresentado o seu pedido de demissão. Mas isto sou é que penso, claro está!

 
 
 
 
 
 
 

Todos Contra a PACC


Todos Contra a PACC
 
E é só isto, por agora.

Chamem a Polícia

Chamem a Polícia

É hoje que chamam a polícia?


A Palavra à Marta e à Manuela Mendonça

A Palavra à Marta e à Manuela Mendonça

Escute-as aqui.

Espero que a prova não se realize, Manuela Mendonça!

A Palavra à Universidade de Lisboa - Sobre a PACC

A Palavra à Universidade de Lisboa - Sobre a PACC

Mais concretamente a João Pedro Mendes da Ponte, Coordenador dos Mestrados em Ensino da Universidade de Lisboa e Diretor do Instituto de Educação

Já não era sem tempo... ler aqui.
 
A luta continua!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Última Hora - Tribunal do Funchal Chumba PACC

Última Hora - Tribunal do Funchal Chumba PACC

"O Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) do Funchal deferiu uma providência cautelar interposta por sindicatos, para impedir a realização da prova de avaliação dos professores, informou a Federação Nacional dos Professores (Fenprof)."

Pode ler a notícia na íntegra clicando aqui.

E aqui a nota na página da FENPROF.

A Palavra a João Miguel Tavares

 A Palavra a João Miguel Tavares    

O chumbo de Nuno Crato


Deus nos livre dos iluminados, que, por acharem que sabem perfeitamente para onde vão, fecham os olhos a todas as injustiças que lhes aparecem pelo caminho.

Em Portugal, existem 160 mil professores, que constituem a corporação mais poderosa do país: são muitos, prestam um serviço fundamental e constitucionalmente protegido, têm uma formação académica elevada, estão bem organizados, possuem acesso privilegiado aos meios de comunicação e os efeitos das suas greves têm um enorme impacto social.
Isto significa que o poder que possuem não é fruto do acaso, mas de um conjunto de atributos únicos, característicos da sua profissão e dificilmente amovíveis, que faz com que tocar nos seus direitos adquiridos seja sempre uma actividade arriscada para qualquer Governo e uma tarefa penosa para quem está à frente do Ministério da Educação.
Em simultâneo, o sindicato todo-poderoso do sector só concorda com a mais microscópica alteração no statu quo quando o cometa Halley é visível da Terra. Estou certo, aliás, que Mário Nogueira partilha com os pilotos-aviadores da Segunda Guerra Mundial o hábito de colocar uma marca na fuselagem de cada vez que consegue abater um ministro da Educação. Nuno Crato, o homem que um dia sugeriu a implosão do edifício da 5 de Outubro, com certeza conhecia tudo isto de cor e salteado quando aceitou ser ministro. E, em 2011, já depois da sua nomeação, não poderia ter sido mais claro no Parlamento: “O ministério é uma máquina gigantesca que se acha dona da Educação em Portugal. Eu quero acabar com isso.” Alguns milhões de portugueses assinariam essa frase por baixo. Incluindo muitos professores.
Mas se Nuno Crato não poderia ter sido mais claro, poderia – e deveria – ter sido muita outra coisa que até agora, espantosamente, não foi: um ministro prudente, inteligente, ponderado e justo. De facto, aquilo que ele tem vindo a implodir nos últimos anos não é o Ministério da Educação, mas sim o seu capital de prestígio junto dos professores – muitos dos quais o admiravam. E pouca coisa é mais exemplar desse desnorte do que esta malfadada prova de avaliação para docentes, que amanhã promete vir a dar confusão um pouco por todo o país. Pior do que ser ministro e não mudar nada, só mesmo ser ministro e mudar o que não interessa: apanha-se pancada na mesma e as coisas não melhoram.
Não está em questão o direito de criar uma prova exigente de acesso à profissão. Simplesmente, a solução encontrada é um triplo escândalo: 1) é uma prova com efeitos retroactivos, humilhando quem já exerce há anos a profissão; 2) apenas abrange os docentes com a situação contratual mais frágil, acentuando a sua discriminação em relação a quem está no quadro, esse eterno oásis do funcionalismo público; 3) o acordo assinado com a FNE, que dispensa da prova (ou talvez não dispense, a teoria divide-se e os legisladores têm dificuldades com o português) quem já tem mais de cinco anos de serviço, é um vergonhoso tributo à máxima “a antiguidade é um posto”, que reduz o mérito do exercício de uma profissão à contagem de folhas do calendário.
É preciso ser-me mesmo muito mau ministro para, numa discussão com Mário Nogueira, perder a razão para Mário Nogueira. Mas foi precisamente isso que Nuno “Implosão” Crato conseguiu com esta prova moralmente injusta – porque atinge apenas os mais fracos – e politicamente idiota – porque humilha os professores sem necessidade. Deus nos livre, pois, dos iluminados, que, por acharem que sabem perfeitamente para onde vão, fecham os olhos a todas as injustiças que lhes aparecem pelo caminho.

Surripiado aqui. Com os meus agradecimentos à Maria José Falcão.

Velório Contra a PACC

Velório Contra a PACC






Todos Contra a PACC

 Todos Contra a PACC

Hoje volto aqui... e cito o MEC...

6. Irregularidades e fraudes

1.

A ocorrência de quaisquer situações anómalas, durante a realização de cada componente da prova, deve ser comunicada de imediato ao diretor ou aos responsáveis por outros estabelecimentos, os quais decidem do procedimento a adotar, devendo ser posteriormente elaborado relatório circunstanciado para enviar, por correio eletrónico, ao JNP.

2.
Caso haja suspeita inequívoca de fraude, o diretor e os responsáveis por outros estabelecimentos anulam a componente da prova e elaboram um relatório devidamente fundamentado que complementam com as folhas de resposta, bem como com outros elementos comprovativos da ocorrência de fraude, para eventuais averiguações. Os documentos atrás referidos são colocados no respetivo saco das anulações.

3.
Caso o candidato abandone a sala de realização da prova, antes do fim do tempo regulamentar de cada componente da prova, apesar de advertido, os vigilantes devem comunicar imediatamente este facto ao diretor e aos responsáveis por outros estabelecimentos.

4.
O diretor e os responsáveis por outros estabelecimentos tomam as providências adequadas para impedir a divulgação de cada componente da prova por parte do candidato, referido no ponto anterior, nomeadamente, não permitindo que este leve consigo nem o enunciado nem as folhas de resposta. Além disso, devem assegurar que o candidato, em caso algum, volte a entrar na sala de realização da prova.

5.
Para além do referido nos números anteriores, cada componente da prova é anulada sempre que se verificar o que a seguir se enuncia:

a)
a indicação, nas folhas de resposta, de elementos suscetíveis de identificar o candidato, fora dos locais assinalados;

b)
o uso de expressões ofensivas e insultuosas;

c)
a manipulação de qualquer tipo de equipamento eletrónico e de comunicação;

d)
a manifestação de comportamentos que possam perturbar a realização de cada componente da prova;

e)
o incumprimento do prescrito nas disposições legais que regem a realização de cada componente da prova.

6.
A suspeita de fraude em qualquer fase do processo, após a realização de cada componente da prova, implica a suspensão da eventual eficácia dos documentos entretanto emitidos.

7.
A prova da fraude referida no número anterior implica a anulação da componente da prova e é da competência do JNP.

Só Para Avisar

 
Só Para Avisar
 
O ministro que nos tutela teve todas as hipóteses e mais algumas para não meter o pé na argola, na poça ou no que seja. Mas optou por se enterrar até às orelhas. Nós... temos penas!
 
E agora, quem salva o ministro, UGT?


Amarante a Pé!

Amarante a Pé!

Afinal, a maneira certa de conhecer Amarante!


Vergonha - PPC em Amarante

Vergonha - PPC em Amarante

É o que sinto pelo facto da minha terra ter sido hoje assim pisada.

E já agora, é verdade que ele se engasgou com uma estrela Michelin ao almoço?



Nota - Agora para completar o ramalhete só falta vir o franciú!

Contra a PACC - Protestos

Contra a PACC - Protestos


segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Todos Contra a Prova

Todos Contra a Prova

A palavra a duas companheiras de luta!


A Luta Continua

A Luta Continua

Pergunta aos dirigentes da FENPROF - E a razão por que eu, que não vou fazer prova, não a vou vigiar nem corrigir, não tenho cobertura para participar no boicote à realização da PACC... é?

Mais uma vez, os sindicatos vão ser ultrapassados pela realidade e ficaram já aquém das expectativas criadas para esta luta contra a indignidade parida pela MLR e aprofundada pelo NC.

Directores preocupados com segurança durante a prova para professores

Crato não receia que greve ponha em causa prova de avaliação dos docentes

Professores criam "coletas" para pagar a quem faz greve

Fenprof sugere que docentes anunciem adesão à greve apenas na sala

A Palavra a André Pestana

A Palavra a André Pestana

Agradecida pela tua participação no Fórum da TSF, André Pestana!

Pode escutar a intervenção deste Professor clicando aqui.

A Lista da PACC

A Lista da PACC

 Lista de Admissão à Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades - ComponenteComum

A Palavra a Paulo Morais

A Palavra a Paulo Morais

Obrigatório ver e escutar!


domingo, 15 de dezembro de 2013

STOP à prova

 
STOP à Prova

A luta continua! A rebelião está a encher...

"Because who is perfect?"

"Because who is perfect?"

O vídeo é educativo e pode ser utilizado em contexto de sala de aula para ser virado e revirado até de pernas para o ar.

Porque somos todos diferentes sendo certo que somos todos iguais!



Nota - Com os meus agradecimentos à Rosa Maria Fonseca!

Todos Contra a Prova

 
Todos Contra a Prova

Facebook Movimento online pode boicotar prova de professores

Todos Contra a PACC

 
Todos Contra a PACC

Estão convocados!

É Natal na EB 2/3 de Amarante


É Natal na EB 2/3 de Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães e de?
 
É Natal na EB 2/3 de Amarante

A EB 2/3 de Amarante é uma Escola de uma riqueza extraordinária que advém da diversidade de gente que a compõe e que, no seu conjunto, forma uma comunidade educativa que se quer cada vez mais coesa e capaz de se afirmar no fazer mais e melhor!
A actividade que hoje partilho com os meus leitores decorreu ontem, sexta-feira, durante toda a tarde.
Os alunos da turma 2ºA, de Pastelaria/Panificação, sob orientação do magnífico Professor Paulo Correia, é certo que todas as escolas deviam ter um professor assim!, em parceria com a Rádio Ativa, orientada e dinamizada pelo Professor Manuel Augusto, promoveu um workshop de bolachinhas de Natal que consistiu no seguinte: durante toda a tarde os alunos que puderam e quiseram deslocaram-se às instalações de Padaria/Pastelaria para prepararem as massas e proceder à sua cozedura. Posteriormente, no Pavilhão Central, quem queria decorar bolachinhas tinha direito à dita depois de devidamente terminada com aquele toque pessoal que cada um lhe quis dar.
Por este atelier passaram centenas de miúdos todos contentes, entusiasmados e excitados pela actividade comestível e exuberante que lhes foi proporcionada pelos miúdos e miúdas desta turma que está a trilhar um caminha cada vez mais responsável e digno.
A Escola Pública enriquece-se na diversidade e na superação dos problemas. A Escola Pública pode e deve promover actividades de integração na comunidade escolar, tão ou mais importantes do que uma aula de História ou de Matemática.
Capice, Senhor Ministro?

sábado, 14 de dezembro de 2013

É Natal na EB 2/3 de Amarante

É Natal na EB 2/3 de Amarante

Este foi um Momento Flash da Rádio Ativa do Agrupamento de Escolas de Amarante | Escola EB 2,3 de Amarante em 13-12-2013.
Assisti a tudo e garanto-vos que, ao vivo, foi qualquer coisa!

A Escola Pública, Senhor Ministro da Educação, também se afirma pela vertente artística que não pode, nem deve, ser deixada à míngua! Percebeu?

Quanto a ti, Manuel Augusto, estás de parabéns por contribuíres para a felicidade dos miúdos e graúdos da EB 2/3 de Amarante! Dos que participaram neste número tão original e dos que apenas assistiram a tão peculiar interpretação desta clássica música de Natal!



Nota - Vídeo surripiado ao Cadeco, aqui!

Convite - Lançamento de LivroA Inês na EB 2-3


Convite - Lançamento de Livro
 
Trabalhei com a Maria Luísa Aires, em tempos que já lá vão, na saudosa Escola de Artes e Ofícios Tradicionais de Amarante e posteriormente na EB 2/3, onde ainda hoje me encontro. Ela já não, porque, aposentada, dedica-se agora à escrita.
Infelizmente não poderei estar presente, pelo menos desde o início da apresentação da obra a cargo de uma minha querida professora que mais tarde viria a ser colega minha, a Professora Isabel Sardoeira, igualmente já aposentada, mas, garanto, só não irei lá nem que seja dar-lhes um beijinhos se tal me for de todo impossível!
Entretanto, deixo mais este convite a todos os amarantinos e não só! Apareçam!
E é isso, amanhã é um dia especialmente activo aqui por Amarante!

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Os Professores Também Dançam?

Os Professores Também Dançam - S. Gonçalo - Amarante
Fotografia sei lá eu de quem...
 
Os Professores Também dançam?

Olá, se dançam... e nem me estou a referir às danças a que estão obrigados pelo MEC...

Saudadinhas, Luís Gaspar!

PACC - O Manual a Aplicar aos Putos

PACC - O Manual a Aplicar aos Putos
 
Transcrevi só parte, no caso a parte que chega para verificar que o tratamento dados aos senhores professores é exactamente o mesmo que é dado aos putos.
Está-se bem...
 
Ministério da Educação e Ciência
MANUAL DE APLICAÇÃO DA PROVA DE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS E CAPACIDADES
JNP/2013 Versão revista e atualizada


4. Material

1. Os candidatos podem utilizar apenas a caneta de tinta preta indelével. A não utilização deste material pode inviabilizar a classificação de respostas aos itens da prova, dado que o processo envolve leitura ótica das folhas de resposta.

2.
O enunciado da prova inclui folhas para rascunho, pelo que não é autorizada a distribuição nem a utilização de folhas soltas.

3.
Os modelos de folhas de resposta (FR1 – resposta aos itens de escolha múltipla e FR2 – resposta ao item de resposta extensa) encontram-se no anexo IV deste manual e dele faz parte integrante. Os modelos das folhas de resposta poderão não corresponder, na íntegra, às versões agora apresentadas.
 
4.
Os candidatos não podem ter consigo quaisquer suportes escritos, por exemplo, livros, cadernos, folhas, nem quaisquer sistemas de comunicação móvel, tais como computadores portáteis, aparelhos de vídeo ou áudio, telemóveis ou outros.

5.
Os objetos não estritamente necessários para a realização de cada componente da prova, tais como pastas, carteiras, estojos ou outros, bem como os equipamentos de comunicação móvel, devidamente desligados, devem ser colocados em local a indicar pelos vigilantes.

Capítulo III - Serviço de vigilância

.Informações gerais
1.

Os vigilantes estão impedidos de usar quaisquer sistemas de comunicação móvel nas salas onde se realiza a prova.

2.
A abertura dos sacos com os enunciados da componente comum da prova realiza-se em simultâneo em todos os locais de aplicação das provas, tendo por referência as 10:30h de Portugal continental.

3.
A distribuição dos enunciados não pode ser feita, em caso algum, antes da hora marcada para o início de cada componente da prova.

4.
Os esclarecimentos ou erratas, caso existam, serão comunicados pelo JNP. O seu conteúdo deve ser lido de imediato aos candidatos, sendo simultaneamente transcrito, na íntegra, no quadro.

5.
O vigilante só pode sair da sala em caso de força maior, sendo substituído por um suplente que permanece na sala da prova até ao fim da mesma. Nesta situação, compete ao diretor ou aos responsáveis por outros estabelecimentos decidir do procedimento mais adequado para garantir o cumprimento do dever de sigilo por parte do vigilante substituído.

6.
As salas onde se realiza a prova devem permanecer com a porta aberta.


7.
Os vigilantes estão interditos de quaisquer procedimentos que possam ajudar os candidatos a resolver cada componente da prova.

2. Procedimentos a adotar antes da realização de cada componente da prova
1. Os candidatos devem apresentar-se na escola ou em outros estabelecimentos indicados para cada componente da prova 45 (quarenta e cinco) minutos antes da hora marcada para o seu início.

2.
Os candidatos devem entrar na sala 20 (vinte) minutos antes da hora marcada para o início de cada componente prova, mediante chamada.

3.
As horas de início e de conclusão de cada componente da prova têm de ser obrigatoriamente escritas no quadro.

4.
Os vigilantes registam no quadro a designação da componente específica da prova.

5.
O atraso na comparência dos candidatos não pode ultrapassar os 15 (quinze) minutos após a hora marcada para o início de cada componente da prova. A estes candidatos não é concedido nenhum prolongamento, pelo que terminam a prova dentro do tempo regulamentar.

6.
Os candidatos referidos no número anterior devem, obrigatoriamente, realizar todos os procedimentos de identificação.

7.
Os candidatos devem ser distribuídos nas salas onde se realiza cada componente da prova, tendo em conta a conveniente distância entre eles. Esta distribuição deve respeitar sempre a ordem da pauta de chamada, deixando vagos os lugares correspondentes aos candidatos que faltem.

8.
Os vigilantes, no caso da realização da componente específica da prova, devem verificar se as designações inscritas nas etiquetas dos sacos correspondem às designações registadas nos enunciados. Caso se verifique alguma discrepância, os vigilantes devem comunicá-la ao diretor ou aos responsáveis por outros estabelecimentos.

9.
Os vigilantes devem verificar se o número de enunciados inscrito no exterior do saco corresponde ao número de exemplares que se encontra no seu interior. Caso detetem alguma discrepância, devem comunica-la ao diretor ou aos responsáveis por outros estabelecimentos
 
10.
Os vigilantes devem distribuir as folhas de resposta aos candidatos, após a chamada e a atribuição dos respetivos lugares.

11.
Os vigilantes devem alertar os candidatos para a leitura atenta e para o cumprimento das instruções de preenchimento que constam no campo superior das folhas de resposta.

12.
Os candidatos devem preencher todos os campos das folhas de resposta destinados à sua identificação, antes da distribuição dos enunciados de cada componente da prova.

13.
Caso o candidato rasure quer o campo superior quer o inferior, aquando do preenchimento do que é referido no número anterior, as folhas de resposta devem ser substituídas e rasgadas.

14.
A contagem do tempo de duração da prova inicia-se logo que concluída a distribuição dos enunciados aos candidatos.

3. Procedimentos a adotar no decurso da realização de cada componente da prova
 
1. Os vigilantes registam as presenças, assinalando-as com a letra P, as faltas com a letra F, os candidatos sem documento de identificação com a letra I, e as anulações com a letra A, na coluna das "Observações" da pauta de chamada para a realização de cada componente da prova.

2.
Os vigilantes devem verificar, de novo, após a distribuição dos enunciados, se existe uma correspondência entre o número de exemplares distribuídos e o número de candidatos presentes.

3.
Os vigilantes devem conferir o preenchimento de todos os dados registados pelos candidatos nos campos superiores e inferiores de todas as folhas de resposta e rubricá-las no espaço destinado a esse efeito.

4.
Os candidatos dispõem de 5 (cinco) minutos, para além do tempo regulamentar de cada componente da prova, para efetuarem e registarem a soma de controlo na folha de resposta destinada aos itens de escolha múltipla.
 

5.
Os candidatos devem não só numerar as folhas de resposta ao item de resposta extensa, no espaço destinado a esse efeito, como também registar o total do número de folhas utilizadas.

6.
As folhas de resposta eventualmente inutilizadas são imediatamente rasgadas pelos vigilantes na presença dos candidatos.

7.
Caso o candidato manifeste vontade de desistir da realização de cada componente da prova não deve ser escrita qualquer declaração formal de desistência na folha de resposta nem em qualquer outro suporte. Para além disso, o candidato deve permanecer na sala até ao final do tempo regulamentar. Sublinhe-se que a prova é enviada para classificação, ainda que o candidato só tenha preenchido os campos superior e inferior.

4. Procedimentos a adotar após a realização de cada componente da prova

1. Os vigilantes recolhem as folhas de resposta, verificando o número total de folhas entregues, mantendo-se os candidatos nos seus lugares.

2.
Os vigilantes recolhem todas as folhas de resposta, confirmando o número recebido com o número de candidatos que figuram na pauta.

3.
Os candidatos só podem abandonar a sala, depois de autorizados pelos vigilantes.

4.
Os vigilantes organizam as folhas de resposta por ordem alfabética sem as agrafar e entregam-nas ao diretor ou aos responsáveis por outros estabelecimentos juntamente com a pauta de chamada para realização de cada componente da prova, com os campos devidamente preenchidos. A pauta deve separar cada conjunto de provas a entregar ao diretor ou aos responsáveis por outros estabelecimentos.

5.
Os vigilantes entregam, igualmente, ao diretor ou aos responsáveis por outros estabelecimentos as folhas de enunciado que não foram utilizadas.

ATENÇÃO: As folhas de resposta nunca podem ser agrafadas.  
5. Identificação dos candidatos

1.

Os candidatos devem apresentar-se em cada componente da prova acompanhados do documento de identificação válido utilizado no ato da inscrição e do recibo definitivo da sua inscrição efetiva.

2.
Caso o candidato não disponha de nenhum documento de identificação, poderá apresentar um que legalmente o substitua.

3.
Caso surja qualquer dúvida no processo de identificação dos candidatos, o diretor ou os responsáveis por outros estabelecimentos devem contactar o JNP.

4.
Caso o candidato se apresente à prova sem constar da pauta e a situação indiciar erro administrativo, deve ser admitido à prestação da prova, a título condicional, cabendo ao diretor e aos responsáveis por outros estabelecimentos esclarecerem essa situação com o JNP.

5.
Caso o candidato se apresente sem documento de identificação, realiza a prova, a título condicional, e o diretor e os responsáveis por outros estabelecimentos solicitam o envio do documento de identificação do candidato, em formato digital, à escola de validação da inscrição.

6.
Caso o candidato não disponha do comprovativo da inscrição efetiva, o diretor e os responsáveis por outros estabelecimentos deverão disponibilizar-lhe o acesso a um computador com impressora que lhe permita imprimir o referido documento.

6. Irregularidades e fraudes

1.

A ocorrência de quaisquer situações anómalas, durante a realização de cada componente da prova, deve ser comunicada de imediato ao diretor ou aos responsáveis por outros estabelecimentos, os quais decidem do procedimento a adotar, devendo ser posteriormente elaborado relatório circunstanciado para enviar, por correio eletrónico, ao JNP.

2.
Caso haja suspeita inequívoca de fraude, o diretor e os responsáveis por outros estabelecimentos anulam a componente da prova e elaboram um relatório devidamente fundamentado que complementam com as folhas de resposta, bem como com outros elementos comprovativos da ocorrência de fraude, para eventuais averiguações. Os documentos atrás referidos são colocados no respetivo saco das anulações.
 
3.
Caso o candidato abandone a sala de realização da prova, antes do fim do tempo regulamentar de cada componente da prova, apesar de advertido, os vigilantes devem comunicar imediatamente este facto ao diretor e aos responsáveis por outros estabelecimentos.

4.
O diretor e os responsáveis por outros estabelecimentos tomam as providências adequadas para impedir a divulgação de cada componente da prova por parte do candidato, referido no ponto anterior, nomeadamente, não permitindo que este leve consigo nem o enunciado nem as folhas de resposta. Além disso, devem assegurar que o candidato, em caso algum, volte a entrar na sala de realização da prova.

5.
Para além do referido nos números anteriores, cada componente da prova é anulada sempre que se verificar o que a seguir se enuncia:

a)
a indicação, nas folhas de resposta, de elementos suscetíveis de identificar o candidato, fora dos locais assinalados;

b)
o uso de expressões ofensivas e insultuosas;

c)
a manipulação de qualquer tipo de equipamento eletrónico e de comunicação;

d)
a manifestação de comportamentos que possam perturbar a realização de cada componente da prova;

e)
o incumprimento do prescrito nas disposições legais que regem a realização de cada componente da prova.

6.
A suspeita de fraude em qualquer fase do processo, após a realização de cada componente da prova, implica a suspensão da eventual eficácia dos documentos entretanto emitidos.

7.
A prova da fraude referida no número anterior implica a anulação da componente da prova e é da competência do JNP.

Nota - Note bem que isto é apenas uma pequena parte da coisa... vamos chamar-lhe assim!


 
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