segunda-feira, 24 de abril de 2017

Jardim Interior - Serra da Aboboreira

Jardim Interior - Serra da Aboboreira
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Jardim Interior - Serra da Aboboreira

Confesso, passo-me com a Serra e com o trabalho que Ela me dá.
Serra da Aboboreira, aqui vou eu...

Regresso à Escola - Prendinha

Ordens Gregas - sala de História da E. B: 2/3 de Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Regresso à Escola - Prendinha

E no regresso à escola, pelo segundo tempo da manhã, entra-me sala adentro a L. de caixinha de cartão na mão, facto que me deixou de imediato de sorriso de orelha a orelha.
É que a L. já me tinha informado que faria umas maquetas de capitéis gregos durante as férias da Páscoa e eu sei bem que a L. não é uma rapariga dada a invenções. Dada a invenções dessas, bem entendido!
E foi assim que a Sala de História ficou mais rica, graças ao trabalho da L. durante as férias da Páscoa.
Obrigada, minha querida aluna! O teu trabalho permanecerá em nós... mesmo depois de voares para longe de nós...

domingo, 23 de abril de 2017

Projecto Ver para Querer - Objectivo Pratos Limpos/Lindos


Projecto Ver para Querer - Pratos Limpos/Lindos
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Projecto Ver para Querer - Objectivo Pratos Limpos/Lindos

Combater o desperdício alimentar nas cantinas escolares é urgente e toda a comunidade educativa, constituída por alunos, professores, funcionários, pais e encarregados de educação, deve remar no mesmo sentido, norteada por este superior dever. O respeito pelos alimentos que nos chegam ao prato, e por quem os produziu e trabalhou, deve ser total.
Na Schoool Canteen estamos no bom caminho.

sábado, 22 de abril de 2017

Projecto Ver para Querer - Objectivo Pratos Lindos

Pratos Lindos - School Canteen - E.B. 2/3 de Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Projecto Ver para Querer - Objectivo Pratos Lindos

As fotografias que agora partilho com os meus leitores foram captadas ontem, à hora de almoço, e retratam unicamente pratos lindos de alunos(as) lindos(as).
Um dos objectivos do projecto Ver para Querer é, sem dúvida, a redução do desperdício alimentar para um valor residual, para um valor próximo do zero. Outro objectivo é que os pratos saiam da linha de abastecimento cada vez mais coloridos.
Lá chegaremos. Aliás, já estamos a chegar. "Professora, ora veja o meu prato!" Professora, quer fotografar o meu prato?" Professora, já levo salada!"

Primavera Amarantina - Varandas

Primavera Amarantina - Varandas
Fotografias de Anabela Matias de Magalhaes

Primavera Amarantina

Esta Primavera Amarantina, retratada nas fotografias que hoje partilho com os meus leitores, é urbana, central, nuclear. Porque acontece bem no miolo do Centro Histórico de Amarante, onde há varandas a explodir de cor.
Obrigada, Dona Lilinha Branco!

terça-feira, 11 de abril de 2017

Xutos e Pontapés - Contentores


Xutos e Pontapés - Contentores

A carga pronta e metida nos contentores... adeus ó meus amores que me vou... p`ra outro mundo! É uma escolha que se faz... a carga pronta e metida nos contentores... adeus ó meus amores que me vou... p`ra outro mundo!
Num voo nocturno num cargueiro espacial... não voa nada mal isto onde vou... p`lo espaço fundo... rugem baixinho os motores... deixo a cidade natal... não vou nada mal... não vou nada mal...

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Memórias - 33 Anos

O X e o fato de 33 anos - Amarante
Fotografia de Flora Queirós

Memórias - 33 Anos

Hoje vieram-me à memória memórias de um tempo que já lá vai e que tem exactamente 33 anos.
Este fato azul que agora veste o X e que agora convosco partilho pertenceu à minha filha, nascida sem que eu soubesse se era rapaz ou rapariga. Assim, o seu enxoval foi feito de brancos, de amarelos clarinhos, de beges, de verdes água, de rosas pálidos, de azuis... ai os azuis!... tudo a combinar, tudo lindo que eu calcorreava as lojas que vendiam roupitas de criança, tarefa não fácil numa época em que a oferta era pouca e quase nunca do meu agrado. Ainda por cima porque eu praticamente só comprava nos saldos, sempre a pensar no ano seguinte e apanhava as colecções já deveras limitadas.
Lembro-me perfeitamente de comprar este fatito para a J, numa loja de Cedofeita, retirado de um cesto de coisas aos molhos de entre as quais apenas gostei deste exemplar. Acompanhava-o uma camisolita no mesmo material, branca, de manga comprida igualmente bordada com uns bonequinhos que igualmente comprei.
Passados 30 anos, o fato continuava intemporal, impecável, tendo resistido ao uso pela J. e, por isso, podia ter sido usado pela minha Jóia de Luz. E seguiu rumo em direcção ao mais novo membro da família!
Esta fotografia que hoje partilho mostra-nos o fato de 33 anos recheado da Jóia de Luz mais nova que agora se agita entre nós.
Ainda bem que o guardei com carinho. Ainda bem que continua com serventia.

Ilídio Monteiro Flores

Vista sobre o Tâmega e S. Gonçalo - Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Ilídio Monteiro Flores

Chama-se Ilídio Monteiro Flores, é amarantino e acaba de ser reeleito vereador na cidade finlandesa de Äänekosky. Ontem à noite tive oportunidade de o felicitar via chat do Facebook que também serve para partilhar notícias deveras felizes.
Agora faço-o publicamente. Muitas felicidades para o novo mandato que agora se inicia, Ilídio!
Como amarantina, só posso ficar orgulhosa por ver os meus conterrâneos a darem cartas pelo mundo!

Português reeleito vereador nas eleições municipais da Finlândia

Campanha Eleitoral


Campanha Eleitoral

Assim é muitas vezes. Enganadora, portanto.

A Cidade da Participação


A Cidade da Participação

Sobre a Cidade da participação, dou a palavra a José Emanuel Queirós.

AMARANTE - A CIDADE DA PARTICIPAÇÃO
Podia ser um tema gerador de motivação dos cidadãos amarantinos ou um mote despertador de consciências cívicas interpeladas pela passividade dolente com a sonolência conformada que se respira na ambiência bucólica do histórico núcleo da cidade de Amarante.
A «cidade da participação» é, afinal, o tema de um excelente catálogo, publicado pela editora Afrontamento, prova de uma inquietação cívica e de uma cidadania activa, mobilizadoras de vontades impulsionadas pela docência de Fernando Matos Rodrigues na Escola Superior de Arquitectura do Porto, testemunho de um modelo de intervenção interdisciplinar na reabilitação da cidade que considera e integra as suas «ilhas» como espaços vivos e marcas próprias da sua história.

Trazida a temática da «participação» sobre as problemáticas de que colocam à «cidade» e o sintoma do compromisso fora dos circuitos convencionais marcados pelo sonambulismo que Amarante patenteia é contrastante com o interesse dos intervenientes e participantes na sessão e no debate ocorrido.
O final da tarde de sábado (8 de Abril), teve no Café-Bar um condigo espaço anfitrião onde foram oradores Emanuel Queirós, Fernando Bessa, Fernando Matos Rodrigues, André Cerejeira Fontes e David Viana sem que de lá, do assento etéreo onde subiu, o poeta Teixeira de Pascoaes tivesse dado algum sinal de perturbação.
Antes que o tempo faça perder a razão e o senso decline sem propósito, o ideal da cidade dos vivos é coexistente com a cidade que nunca morre, mesmo quando adormece à sombra das ameaças que sobre si pesam com a ausência de planeamento urbano e a prometida decepação do Tâmega corrente.
 
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